Finalmente o Chelsea conquistou a tão ambicionada Liga dos Campeões. A mesma decisão por pênaltis que tirou o título europeu dos Blues em 2008, definiu a taça a favor dos londrinos agora em 2012, na Allianz Arena, em Munique. Depois de 120 minutos de futebol Bayern e Chelsea empataram em 1 a 1. Nos pênaltis Drogba foi o herói do título ao converter a última cobrança.
O Bayern chegou a ter o título nas mãos, contra um adversário que parecia dominado. Isso até aparecer os herois da decisão, Drogba e Cech. Robben, um dos melhores jogadores do clube alemão, acabou como vilão ao perder o pênalti na prorrogação.
O Chelsea entrou em campo com a nítida intenção de não levar gol. A mentalidade defensiva da equipe inglesa acabou refletida no maior domínio do Bayern de Munique. Porém nem todo o predomínio foi suficiente para fazer o Bayern furar a rocha na qual se tornou a defesa do Chelsea, treinada pelo italiano Roberto Di Matteo. As jogadas de ataque do time alemão, criadas principalmente pelo trio Ribéry, Robben e Müller, paravam no muro azul erguido em frente à área do goleiro Cech.
De tanto martelar o Bayern acabou premiado pela insistência. Schweinsteiger conseguiu fazer o centro e Müller acertou a cabeçada perfeita. A bola ainda tocou no travessão antes de pingar dentro do gol de Cech.
O gol obrigou o Chelsea a sair para o tudo ou nada pela primeira vez na partida. A sorte deu às caras mais uma vez nesta Liga dos Campeões. No único escanteio que teve a seu favor, Drogba soltou um petardo de cabeça para igualar o placar aos 43 minutos. O tempo extra era uma dádiva para os Blues.
A dinâmica do futebol pode ser cruel às vezes. Desta vez ela mostrou seu lado sádico para os torcedores do Bayern de Munique. Drogba, que havia sido o heroi do milagroso empate, cometeu pênalti sobre Ribéry. O camisa dez Robben foi para a cobrança, e o goleiro Cech mostrou que é um gigante ao fazer a defesa.
O Bayern não desistia e continua pressionando. Teve grandes chances para vencer, na mais incrível delas Van Buyten não conseguiu alcançar para completar o chute cruzado de Olic.
O tempo passava, o desgaste físico se tornava um peso a mais além da pressão psicológica. Não houve outra saída senão a decisão do título pelos pênaltis. Marca da cal que foi fatal para os alemães outra vez, quando Cech defendeu a cobrança de Olic e Schweinsteiger acertou a trave na sua vez. Drogba converteu o dele e garantiu o nome que o nome do Chelsea fosse escrito pela primeira vez na taça da Liga dos Campeões.
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