quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Ex-técnico aguarda por transplante para sobreviver

O ex-goleiro chileno Roberto Rojas, que chegou a treinar o São Paulo em 2003, luta por sua vida, enquanto espera por um transplante de fígado para curar uma hepatite C, que perdura há mais de um ano.
Rojas, que trabalhou por muito tempo como preparador de goleiros no São Paulo, é o numero 257 de uma lista de 5 mil para o transplante do hospital Albert Einstein e segue sem previsão para o transplante:
Segundo sua mulher, Viviane, eles vivem cada dia preparado para a cirurgia, pois a qualquer momento pode ser chamado. Enquanto esse momento não acontece, Rojas segue fazendo tratamento em casa a base de remédios, diuréticos e alimentação sem sal.
Apesar de ter sido só detectado há um ano e meio, o ex-goleiro contraiu a doença há cerca de 20 anos, provavelmente por uma transfusão de sangue quando fez uma cirurgia de vesícula.
Segundo pesquisa feita pelo Departamento de Medicina Social da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, em 2010, ex-atletas, profissionais ou amadores, que atuaram nas décadas de 1950, 1960, e 1970, apresentam os maiores índices de infecção do vírus da hepatite C. Foram 208 pessoas, todos ex-atletas profissionais ou amadores, de futebol e basquete, de Ribeirão Preto e de outras quatro cidades próximas, analisadas entre 2004 e 2007.

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